Trav. Alfredo Bufren, 140 - 3º Andar
Fone: (41) 3310-2601 - Fax: (41) 3310-2607 - proec@ufpr.br
Profª. Drª. Deise Cristina de Lima Picanço

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Gabinete

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Coordenadoria de Cultura

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Editora da UFPR

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Museu de Arte da UFPR

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Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR

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Teatro da Reitoria

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Revista Extensão em Foco

::: Grupos Artísticos da UFPR
Orquestra Filarmônica da UFPR
Coro da UFPR
Téssera Companhia de Dança da UFPR
Grupo de MPB da UFPR
Companhia de Teatro PalavrAção da UFPR

::: Espaço Cultural
MUSA - Museu de Arte da UFPR

::: Espaços Cênicos
Teatro da Reitoria
TEUNI - Teatro Experimental da UFPR

::: Eventos
Festival de Inverno da UFPR

COORDENADORIA DE CULTURA DA UFPR

Coordenadora: Lúcia Maria Bueno Mion
E-mail cultura@ufpr.br
Fones: (41) 3310-2634

Produzir, promover e difundir a arte e a cultura dentro e fora do ambiente universitário, divulgando a música, as artes visuais, as artes cênicas e a dança. Este é o objetivo da Coordenadoria de Cultura, que hoje é responsável pelos Grupos Artísticos, Festival de Inverno da UFPR e por três espaços culturais: o Musa – Museu de Arte da UFPR, o Teatro da Reitoria e o TEUNI – Teatro Experimental da UFPR.


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::: Grupos Artísticos da UFPR

Segundo Concurso Nacional de Composição Música Hoje

O Centro Cultural Teatro Guaíra em parceria com a Universidade Federal do Paraná lançam o segundo Concurso Nacional de Composição Música Hoje, com o objetivo de fomentar a produção de música sinfônica brasileira. A primeira edição ocorreu no ano passado com o objetivo despertar e criar oportunidade para o surgimento de novos compositores.

As obras finalistas serão apresentadas ao público, no dia 25 de agosto, em concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná e a peça vencedora entrará no repertório de 2014.

Podem participar compositores brasileiros, natos ou radicados, residentes no Brasil ou no exterior, sem limitação de idade. As obras inscritas não precisam ser inéditas, porém não podem ter sido publicadas, premiadas, ou gravadas profissionalmente até a data de finalização do concurso.

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Programação da Temporada Oficial dos Grupos da PROEC

JUNHO 2013

Data
Evento
Local
Horário

4, 5 e 6
terça, quarta e quinta

Coro da UFPR
"I Temporada Oficial"
No programa destaque para Te Deum - KodályEntrada: 1 kg de alimento não perecível

Teatro da Reitoria

20h30

28 de junho a
28 de julho

sexta, sábado e domingo

 

Companhia de Teatro Palavração da UFPR
"Rockville"
Categoria: Drama
Classificação: 14 anos
Entrada Gratuita

TEUNI
Teatro Experimental da UFPR

sexta e sábado: 20h30
domingo:
19h30

CORO DA UFPR
O Coro da UFPR foi fundado em 17 de outubro de 1958 pelo Maestro Mário Garau, por ocasião da inauguração do Auditório da Reitoria, com a presença do então ministro da Educação e Cultura, Clóvis Salgado, e do reitor Flávio Suplicy de Lacerda. Nesses 40 anos, passaram pelo grupo cerca de 5000 pessoas, que participaram de mais de 450 apresentações. Dentre as realizações do Coral

MADRIGAL DA UFPR
O Madrigal da UFPR é um grupo formado por 21 cantores oriundos do Coro da UFPR que, a partir de 2010, se reuniu com a finalidade de aprimoramento no estudo da técnica de canto erudito. Para isto o grupo alterou drasticamente sua metodologia de trabalho: os cantores estudam o repertório isoladamente e se reúnem para ensaios em conjunto para a finalização e acabamento do material proposto.
Esse esforço tem como objetivo o aperfeiçoamento individual para solucionar problemas de música e provocar um entrosamento rápido com os colegas designados para executar cada material, que nem sempre é realizado pelo grupo todo.
O repertório proposto ao Madrigal da UFPR transita por vários períodos da história da música, desde a música antiga, com peças do renascimento e barroco, até compositores contemporâneos, sempre com o objetivo de escolher material que possibilite a exploração de novas sonoridades e possibilidades de expressão da voz humana e aprimoramento dos estudos de acústica e sonometria com diferentes formas de performance. 
Desde então, o Madrigal realiza intervenções em alguns concertos do Coro e em eventos da Universidade. Em 2012, pelo destaque e reconhecimento público de seu trabalho, o Madrigal se torna o mais novo Grupo Artístico da Universidade Federal do Paraná.

GRUPO DE MPB DA UFPR
O Grupo de MPB da Universidade Federal do Paraná é um dos seis grupos artísticos que integram a Coordenadoria de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. Nasceu em 1994, a partir do desejo de alguns dos participantes do Coral da UFPR cantar música brasileira. É formado por profissionais e estudantes de diversas áreas pertencentes à comunidade interna e externa à Universidade. O conjunto comunga o propósito de pesquisar e difundir a música brasileira e, ao mesmo tempo, explorar e aprimorar as possibilidades da voz como recurso artístico e expressivo de seus integrantes. Uma de suas características, assumida em sintonia com a multiplicidade de formas e relevos da cultura sonora brasileira, é a de transpor para o cenário e os próprios corpos dos cantores a força das composições escolhidas para seu repertório. De fato, o cuidado com o trabalho cênico tem demonstrado sensibilizar a platéia, liberando os movimentos, e possibilitando autoconfiança aos cantores. O resultado dessa equação é nítido, seus concertos atraem público cativo e com isso cumpre a feliz integração entre a arte e o conhecimento do patrimônio musical desse País.
O que reúne o Grupo de MPB é o interesse em resgatar para o público o que de melhor existe em termos de composição popular no Brasil. Dessa maneira o grupo tem promovido espetáculos temáticos circunscritos a momentos e situações históricos, colados à trajetória da música popular do Brasil. Através de uma rigorosa seleção, termina por enfocar determinados compositores e celebrar a evolução dos ritmos musicais consagrados brasileiros.

ORQUESTRA FILARMÔNICA DA UFPR
Em fevereiro de 1962, foi fundada a Orquestra Juvenil da Orquestra Sinfônica da Universidade do Paraná. O seu primeiro concerto aconteceu no dia 22 de dezembro de 1962, com a participação do Coral do então Ginásio Martinus, dirigido pela maestrina Hildegard Soboll Martins, no Auditório da Reitoria. Inicialmente, contava apenas com 14 crianças com idades que variavam de 6 a 16 anos. Ao longo daquele ano, a orquestra juvenil chegou a 35 membros. Foi uma iniciativa pioneira no estado e, segundo a imprensa local da época, seria a única no Brasil, o que encheu a comunidade curitibana de entusiasmo. A Orquestra Sinfônica com músicos amadores já existia desde a década de 40, porém percebeu-se logo a necessidade de formação de jovens instrumentistas para que, futuramente, pudesse ser realizado um trabalho de âmbito profissional. O trabalho de reunir os jovens das várias escolas privadas de música da cidade foi uma iniciativa do maestro Gedeão Martins, seguindo sugestão dada pelo músico Fernando Thá. No grande esforço para realizar o seu intento, o maestro contou com o apoio de importantes figuras do meio musical local, como o maestro Bento Mossurunga, fundador da Orquestra Sinfônica da Universidade do Paraná. A orquestra juvenil ensaiava na sala da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários. O sucesso da empreitada foi muito grande. A partir de então, a orquestra juvenil começou a participar ativamente de quase todos os eventos importantes da cidade. O repertório executado era simples e despretensioso. Tinha por objetivo não somente habituar a comunidade com os sons de uma orquestra sinfônica, mas principalmente preparar os jovens músicos de maneira progressiva dentro das técnicas de seus instrumentos aplicadas ao conjunto. Em 4 de dezembro de 1964, o jornal "O Estado de São Paulo" publica uma pequena matéria sobre a "Orquestra Sinfônica Juvenil da Universidade do Paraná", destacando o fato de ser a única orquestra do gênero no país, contando com amplo prestígio junto à comunidade local, além de contar com um efetivo já de 52 integrantes.

COMPANHIA DE TEATRO PALAVRAÇÃO DA UFPR
A Companhia de Teatro PalavrAção da UFPR foi fundada em 1995 pelo professor Hugo Mengarelli, lotado no Departamento de Artes da Universidade Federal do Paraná, a convite da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura.
O ideal que orienta o caminho da Companhia sempre esteve ligado ao trabalho do ator. A realização teatral é conjunção do coletivo com o singular. Portanto, ética e estética são os princípios que orientam a sua produção. Para a formação do ator, que deve ser sempre constante, o estudo e a pesquisa constituem a base da riqueza de seu desempenho.
Foi o trabalho da Companhia que inspirou seu diretor a criar o TEUNI (Teatro Experimental Universitário da UFPR). A mesma sala que deu origem à Companhia de Teatro PalavrAção da UFPR, transformou-se em Black Box - caixa preta. Este espaço possibilita linguagens diversas e uma transformação da visão de interpretação do ator, já que o mesmo pode provar seu trabalho em palcos diferentes, estabelecendo relações diversas com o público.
Deve-se também ao nascimento da Companhia de Teatro da UFPR a idéia que levou o diretor a criar o curso profissionalizante de Formação de Ator, que começou a funcionar em 1999.
A Companhia teve sua estréia em 1996 através do trabalho coletivo La Chose Vivante, comédia surrealista composta por várias cenas. Em 1997 apresentou O Incrível Retorno do Cavaleiro Solitário, texto do próprio diretor, ficando em cartaz no Teatro Paiol por dois meses. Em julho daquele ano apresentou-se no encerramento da 1ª Feira Interamericana do Livro. No total, mais de 6000 pessoas assistiram a peça. Em 19 de dezembro de 1998, com Uma coroa de orquídeas para uma fria pecadora - adaptação de contos de Nelson Rodrigues de A Vida como ela é..., feita pelo diretor - inaugurou-se o TEUNI (Teatro Experimental Universitário da UFPR).
Entre as pesquisas realizadas inclui-se o trabalho sobre a ética numa pretensa adaptação da Antígona de Sófocles, além de outros trabalhos em torno de adaptações de obras literárias.

TÉSSERA COMPANHIA DE DANÇA DA UFPR
Criada no ano de 1981, a Companhia tem por objetivo desenvolver uma linguagem estética diferenciada, visando fundamentar o seu trabalho em diferentes linhas de pesquisa, baseadas na contemporaneidade.
Os bailarinos são preparados com a técnica de Dança Moderna Germânica. Buscando na energia orgânica interpretativa a linguagem gestual adequada, as performances e as pesquisas coreográficas constantes utilizam-se da estética simbolista, evidenciando a preocupação conceitual com a releitura de Espaço, Tempo, Ritmo, Forma e Movimento, estabelecendo assim a linha de orientação concreta do trabalho realizado na Companhia.
A Companhia conquistou durante sua trajetória diversos prêmios nos mais importantes festivais de dança do Brasil, obtendo um bom resultado e estando classificada sempre entre os três primeiros colocados. A nível internacional, salienta-se a participação da Companhia na Bienal Internacional da Dança Contemporânea Universitária na cidade de Lyon, França. Atualmente é considerada pela crítica especializada e pelo público como uma das mais importantes e estruturadas companhias de dança contemporânea do Brasil, criando uma história de inovação e excelência.

 

 


 

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