Segundo Concurso Nacional de Composição Música Hoje
O Centro Cultural Teatro Guaíra em parceria com a Universidade Federal do Paraná lançam o segundo Concurso Nacional de Composição Música Hoje, com o objetivo de fomentar a produção de música sinfônica brasileira. A primeira edição ocorreu no ano passado com o objetivo despertar e criar oportunidade para o surgimento de novos compositores.
As obras finalistas serão apresentadas ao público, no dia 25 de agosto, em concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná e a peça vencedora entrará no repertório de 2014.
Podem participar compositores brasileiros, natos ou radicados, residentes no Brasil ou no exterior, sem limitação de idade. As obras inscritas não precisam ser inéditas, porém não podem ter sido publicadas, premiadas, ou gravadas profissionalmente até a data de finalização do concurso.
download regulamento
Programação da
Temporada Oficial dos Grupos da PROEC
JUNHO 2013
CORO
DA UFPR
O Coro da UFPR foi fundado em 17 de outubro de 1958 pelo Maestro
Mário Garau, por ocasião da inauguração
do Auditório da Reitoria, com a presença do então
ministro da Educação e Cultura, Clóvis Salgado,
e do reitor Flávio Suplicy de Lacerda. Nesses 40 anos,
passaram pelo grupo cerca de 5000 pessoas, que participaram de
mais de 450 apresentações. Dentre as realizações
do Coral
MADRIGAL DA UFPR
O Madrigal da UFPR é um grupo formado por 21 cantores oriundos do Coro da UFPR que, a partir de 2010, se reuniu com a finalidade de aprimoramento no estudo da técnica de canto erudito. Para isto o grupo alterou drasticamente sua metodologia de trabalho: os cantores estudam o repertório isoladamente e se reúnem para ensaios em conjunto para a finalização e acabamento do material proposto.
Esse esforço tem como objetivo o aperfeiçoamento individual para solucionar problemas de música e provocar um entrosamento rápido com os colegas designados para executar cada material, que nem sempre é realizado pelo grupo todo.
O repertório proposto ao Madrigal da UFPR transita por vários períodos da história da música, desde a música antiga, com peças do renascimento e barroco, até compositores contemporâneos, sempre com o objetivo de escolher material que possibilite a exploração de novas sonoridades e possibilidades de expressão da voz humana e aprimoramento dos estudos de acústica e sonometria com diferentes formas de performance.
Desde então, o Madrigal realiza intervenções em alguns concertos do Coro e em eventos da Universidade. Em 2012, pelo destaque e reconhecimento público de seu trabalho, o Madrigal se torna o mais novo Grupo Artístico da Universidade Federal do Paraná.
GRUPO DE MPB DA
UFPR
O Grupo de MPB da Universidade Federal do Paraná é
um dos seis grupos artísticos que integram a Coordenadoria
de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura.
Nasceu em 1994, a partir do desejo de alguns dos participantes
do Coral da UFPR cantar música brasileira. É formado
por profissionais e estudantes de diversas áreas pertencentes
à comunidade interna e externa à Universidade. O
conjunto comunga o propósito de pesquisar e difundir a
música brasileira e, ao mesmo tempo, explorar e aprimorar
as possibilidades da voz como recurso artístico e expressivo
de seus integrantes. Uma de suas características, assumida
em sintonia com a multiplicidade de formas e relevos da cultura
sonora brasileira, é a de transpor para o cenário
e os próprios corpos dos cantores a força das composições
escolhidas para seu repertório. De fato, o cuidado com
o trabalho cênico tem demonstrado sensibilizar a platéia,
liberando os movimentos, e possibilitando autoconfiança
aos cantores. O resultado dessa equação é
nítido, seus concertos atraem público cativo e com
isso cumpre a feliz integração entre a arte e o
conhecimento do patrimônio musical desse País.
O que reúne o Grupo de MPB é o interesse em resgatar
para o público o que de melhor existe em termos de composição
popular no Brasil. Dessa maneira o grupo tem promovido espetáculos
temáticos circunscritos a momentos e situações
históricos, colados à trajetória da música
popular do Brasil. Através de uma rigorosa seleção,
termina por enfocar determinados compositores e celebrar a evolução
dos ritmos musicais consagrados brasileiros.
ORQUESTRA FILARMÔNICA
DA UFPR
Em fevereiro de 1962, foi fundada a Orquestra Juvenil da Orquestra
Sinfônica da Universidade do Paraná. O seu primeiro
concerto aconteceu no dia 22 de dezembro de 1962, com a participação
do Coral do então Ginásio Martinus, dirigido pela
maestrina Hildegard Soboll Martins, no Auditório da Reitoria.
Inicialmente, contava apenas com 14 crianças com idades
que variavam de 6 a 16 anos. Ao longo daquele ano, a orquestra
juvenil chegou a 35 membros. Foi uma iniciativa pioneira no estado
e, segundo a imprensa local da época, seria a única
no Brasil, o que encheu a comunidade curitibana de entusiasmo.
A Orquestra Sinfônica com músicos amadores já
existia desde a década de 40, porém percebeu-se
logo a necessidade de formação de jovens instrumentistas
para que, futuramente, pudesse ser realizado um trabalho de âmbito
profissional. O trabalho de reunir os jovens das várias
escolas privadas de música da cidade foi uma iniciativa
do maestro Gedeão Martins, seguindo sugestão dada
pelo músico Fernando Thá. No grande esforço
para realizar o seu intento, o maestro contou com o apoio de importantes
figuras do meio musical local, como o maestro Bento Mossurunga,
fundador da Orquestra Sinfônica da Universidade do Paraná.
A orquestra juvenil ensaiava na sala da Pró-Reitoria de
Assuntos Comunitários. O sucesso da empreitada foi muito
grande. A partir de então, a orquestra juvenil começou
a participar ativamente de quase todos os eventos importantes
da cidade. O repertório executado era simples e despretensioso.
Tinha por objetivo não somente habituar a comunidade com
os sons de uma orquestra sinfônica, mas principalmente preparar
os jovens músicos de maneira progressiva dentro das técnicas
de seus instrumentos aplicadas ao conjunto. Em 4 de dezembro de
1964, o jornal "O Estado de São Paulo" publica
uma pequena matéria sobre a "Orquestra Sinfônica
Juvenil da Universidade do Paraná", destacando o fato
de ser a única orquestra do gênero no país,
contando com amplo prestígio junto à comunidade
local, além de contar com um efetivo já de 52 integrantes.
COMPANHIA DE TEATRO
PALAVRAÇÃO DA UFPR
A Companhia de Teatro PalavrAção da UFPR foi fundada
em 1995 pelo professor Hugo Mengarelli, lotado no Departamento
de Artes da Universidade Federal do Paraná, a convite da
Pró-Reitoria de Extensão e Cultura.
O ideal que orienta o caminho da Companhia sempre esteve ligado
ao trabalho do ator. A realização teatral é
conjunção do coletivo com o singular. Portanto,
ética e estética são os princípios
que orientam a sua produção. Para a formação
do ator, que deve ser sempre constante, o estudo e a pesquisa
constituem a base da riqueza de seu desempenho.
Foi o trabalho da Companhia que inspirou seu diretor a criar o
TEUNI (Teatro Experimental Universitário da UFPR). A mesma
sala que deu origem à Companhia de Teatro PalavrAção
da UFPR, transformou-se em Black Box - caixa preta. Este espaço
possibilita linguagens diversas e uma transformação
da visão de interpretação do ator, já
que o mesmo pode provar seu trabalho em palcos diferentes, estabelecendo
relações diversas com o público.
Deve-se também ao nascimento da Companhia de Teatro da
UFPR a idéia que levou o diretor a criar o curso profissionalizante
de Formação de Ator, que começou a funcionar
em 1999.
A Companhia teve sua estréia em 1996 através do
trabalho coletivo La Chose Vivante, comédia surrealista
composta por várias cenas. Em 1997 apresentou O Incrível
Retorno do Cavaleiro Solitário, texto do próprio
diretor, ficando em cartaz no Teatro Paiol por dois meses. Em
julho daquele ano apresentou-se no encerramento da 1ª Feira
Interamericana do Livro. No total, mais de 6000 pessoas assistiram
a peça. Em 19 de dezembro de 1998, com Uma coroa de orquídeas
para uma fria pecadora - adaptação de contos de
Nelson Rodrigues de A Vida como ela é..., feita pelo diretor
- inaugurou-se o TEUNI (Teatro Experimental Universitário
da UFPR).
Entre as pesquisas realizadas inclui-se o trabalho sobre a ética
numa pretensa adaptação da Antígona de Sófocles,
além de outros trabalhos em torno de adaptações
de obras literárias.
TÉSSERA
COMPANHIA DE DANÇA DA UFPR
Criada no ano de 1981, a Companhia tem por objetivo desenvolver
uma linguagem estética diferenciada, visando fundamentar
o seu trabalho em diferentes linhas de pesquisa, baseadas na contemporaneidade.
Os bailarinos são preparados com a técnica de Dança
Moderna Germânica. Buscando na energia orgânica interpretativa
a linguagem gestual adequada, as performances e as pesquisas coreográficas
constantes utilizam-se da estética simbolista, evidenciando
a preocupação conceitual com a releitura de Espaço,
Tempo, Ritmo, Forma e Movimento, estabelecendo assim a linha de
orientação concreta do trabalho realizado na Companhia.
A Companhia conquistou durante sua trajetória diversos
prêmios nos mais importantes festivais de dança do
Brasil, obtendo um bom resultado e estando classificada sempre
entre os três primeiros colocados. A nível internacional,
salienta-se a participação da Companhia na Bienal
Internacional da Dança Contemporânea Universitária
na cidade de Lyon, França. Atualmente é considerada
pela crítica especializada e pelo público como uma
das mais importantes e estruturadas companhias de dança
contemporânea do Brasil, criando uma história de
inovação e excelência.