mae - atividades 2016

 

Abertura do segmento de Cultura Popular da nova exposição de Longa Duração do MAE "Assim Vivem os Homens".

 

O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR, o MAE, apresenta seu acervo ao público na exposição de longa duração sobre a cultura popular.

A mostra "Assim vivem os homens" aciona memórias, valoriza os atos do dia-a-dia, os costumes, mas também fala de sonhos e de imaginação. Esculturas cujas temáticas abrangem as atividades festivas, cotidianas e imaginárias do povo brasileiro.

Bruna Portela , curadora da exposição explica que o critério de curadoria que foi selecionado são obras potentes, capazes de transmitir ao público a força poética da nossa arte popular. Disse também que o objetivo é oferecer aos visitantes a possibilidade de se reconhecerem, e que também conheçam o desconhecido, o novo, o diferente. "Os temas tratados são próximos do cotidiano, então é possível se reconhecer e se identificar".

 

Serviço:
Exposição "Assim vivem os homens"
Data: 09 de dezembro 2016 - 19h
Local: Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR
Endereço: Rua XV de Novembro, 575, Centro Histórioco, Paranaguá - PR

 

CineMAE e CineSESC apresentam Ciclo "UBUNTU" em novembro

 

No mês de novembro comemora-se o dia da consciência Negra. Por isso, o CineMAE e o CineSESC trazem uma seleção de filmes que compõem o evento "Ubuntu: Pertencimento Cultural".  Ubuntu é um conceito originário da língua Zulu e se refere a uma forma de consciência, a uma maneira de se viver em comunidade e de compartilhar experiências. Para a programação foram selecionados filmes de todos os gêneros e para todos os gostos. A mostra tem como tema a Cultura Africana e traz uma reflexão sobre a negritude na sociedade contemporânea. Os filmes serão exibidos nos dias 22, 23, 24 e 25 às 14h no SESC Paço da liberdade - Praça Generoso Marques 189, Centro (Curitiba-PR). A entrada é franca.

 

Confira a Programação:

Dia 22/11- Contos da Noite. Direção Michel Ocelot. 2011. Infanto Juvenil. 84 min - Classificação Livre

Todas as noites uma menina, um menino e um velho técnico se reúnem em um pequeno cinema. Embora o lugar pareça abandonado, ele é cheio de magia. Os três amigos pesquisam, inventam, desenham e se vestem como diversos personagens. A cada noite encenam uma história, uma fantasia. Há bruxas e fadas, reis poderosos, lobisomens, belas e curéis mulheres, catedrais e cabanas de palha, cidades de ouro e florestas escuras. Eles se sentem vivendo uma noite mágica em que tudo é possível.

Dia 23/11- Pelo Malo. Direção Mariana Rondón. 2013. 93 min. Drama – Classificação 12 anos

Junior é um menino de nove anos que tem "cabelo ruim". Ele quer alisá-lo para sua foto no álbum de formatura, para ficar parecido com um cantor famoso. Isso o faz entrar em conflito com sua mãe. Quanto mais Junior tenta mudar seu visual, mais sua mãe se opõe. Junior terá que fazer uma decisão difícil e dolorosa.

Dia 24/11 - Branco sai, preto fica. Direção Ardiley Queirós. 2014. 90 min. Drama – Classificação 14 anos

Tiros em um baile de black music na periferia de Brasília ferem dois homens, que ficam marcados para sempre. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva

Dia 25- Uma Lição de Vida. Direção Justin Chadwick. 2010. 103 min. Drama – Classificação 12 anos

Conheça a história de Kimani Ng'ang'a Maruge, um queniano de 84 anos, ex-militante da liberdade, que lutou para conseguir ir à escola e ter a educação que não teve oportunidade de ter antes.

 

Serviço
CineMAE e CineSESC apresentam ciclo "UBUNTU"
Quando: Dias 22, 23, 24 e 25, às 14h. Novembro de 2016.
Onde: Paço da Liberdade – Praça Generoso Marques, 189 – Centro  – CURITIBA/PR.
Mais informações: https://www.facebook.com/MAEUFPR/
ENTRADA FRANCA

 

MAE UFPR recebe exposição "Re-Tratos da Rua" em Paranaguá
Exposição é fruto da construção do olhar fotográfico de populações invisíveis

 

Exposição surgiu de projeto que busca resgatar a autoestima de pessoas em tratamento, em busca de uma nova visão de mundo a partir do olhar que a fotografia permite. Na foto, participantes do projeto. (FOTO: Douglas Fróis/Divulgação)

 

O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE-UFPR) inaugura em sua Sede Histórica em Paranaguá no dia 17 de junho, às 15h30min, a exposição "Re-Tratos da Rua". Trata-se de uma iniciativa do Departamento de Saúde Mental da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, com apoio do Ministério da Saúde, com objetivo de promover, através da fotografia, a inclusão social das pessoas em tratamento pelo uso de álcool e outras drogas, buscando promover cidadania, protagonismo e autonomia de seus participantes.

 

Dessa forma, invertendo a abordagem típica de outros projetos fotográficos (que em geral procuram retratar grupos sociais a partir do olhar de um observador externo), o projeto "Re-Tratos da Rua" promoveu, entre outubro de 2014 e maio de 2015, oficinas de fotografia para as pessoas atendidas pelos Centros de Atenção Psicossocial Alcool e Drogas (CAPS AD). O trabalho resultou em uma série de retratos que mostram o ponto de vista individual de cada participante sobre os dramas e o universo que os cercam.

 

Para isso, foi realizada uma oficina planejada para que os autores das fotografias da exposição pudessem eles mesmos produzirem imagens com referencial técnico-profissional adequado, focada principalmente no desenvolvimento da criatividade e da autonomia dos participantes. De acordo com Douglas Fróis, um dos ministrantes da oficina, "durante os encontros, os aspectos técnicos da fotografia - tais como noções básicas de foco, exposição, composição, movimento e cor - foram apresentados como ferramentas a serviço da criatividade, permitindo que cada participante pudesse descobrir e desenvolver seu olhar fotográfico".  

 

Os realizadores do projeto notaram também, após a realização do projeto, não só uma evolução em relação ao aprendizado dos participantes, mas também uma "reflexão e produção de arte que teve como conseqüência a melhora da auto-estima e, para alguns, a ressignificação de suas histórias, pela revisita a afetos e memórias". De acordo com a coordenadora do Re-tratos, a psicóloga Patrícia Folly, a "intenção é registrar o olhar deles e tirá-los da invisibilidade. A oficina não funcionou como um curso técnico, mas como um projeto terapêutico. Se algum deles tiver interesse em se profissionalizar, podemos incentivá-los e ajudá-los a procurar um curso técnico posteriormente".

 

A exposição "Re-Tratos da Rua" esteve desde março de 2015 instalada em diferentes eventos e espaços culturais, como no Casarão da UPE (União Paranaense dos Estudantes), na Prefeitura de Curitiba no Dia da Luta Antimanicomial e em congressos relacionados ao tema da Saúde Mental, e deverá permanecer no MAE-UFPR até julho de 2016.

 

Serviço:
Exposição "Re-Tratos da Rua"
Data: De 17 de junho de 2016 (inauguração às 15h30min) a 17 de julho de 2016.
Local: Sede Histórica do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR
Endereço: Rua XV de Novembro, 575, Paranaguá - PR
Aberta de terça a domingo, das 8h às 20h.
Mais Informações: (41) 3721-1200 (Paranaguá) / (41) 3313-2042 (Curitiba)

Informações para a Imprensa:
Quem entrevistar:

  1. Douglas Cleverson Fróis, ministrante da oficina e servidor do MAE-UFPR. Agendar com a Secretaria do MAE, pelos telefones (41) 3313-2042 / (41) 3313-2045, de Segunda à Sexta (exceto Feriados) das 9h às 17h.
  2. Patrícia Folly, coordenadora do Projeto: Pelo telefone (41) 9646-5399 e pelo e-mail pfolly@sms.curitiba.pr.gov.br
  3. Participantes do Projeto: entrar em contato através do Centro de Convivência Matriz. Fone (41)3363-3483.

 

EXPOSIÇÃO "CORPOS & OBJETOS NA AMAZÔNIA" É PRORROGADA ATÉ OUTUBRO NO MAE-UFPR EM PARANAGUÁ

Mostra do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR explica e traduz a visão indígena de transformação do corpo

 

Crédito: Douglas Fróis/Acervo MAE-UFPR

A exposição “Corpos & Objetos na Amazônia” permanece no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE-UFPR) até 5 de junho em Paranaguá. Ela conta agora com um folheto de atividades educativo voltado ao público infantil e um catálogo explicativo, distribuídos gratuitamente na exposição a partir de abril.

A exposição explora — através de peças, fotografias e animações — a relação entre corpos e objetos no pensamento dos indígenas das Terras Baixas da América do Sul, em um percurso pelos objetos de povos como os Kayapó, Ka’apor ou Mamaindê. Muitos desses são usados para enfeitar os corpos e transformá-los, como por exemplo os adornos plumários, colares ou perfuradores. Outros, como as máscaras, têm a capacidade de tornar presentes os “corpos dos espíritos”. Alguns, até mesmo podem ser considerados, eles próprios, “corpos” de seres ancestrais.

 

“Corpos & Objetos na Amazônia” foi inaugurada em 22 de maio de 2015 e já contou com mais de 24 mil visitantes. Para quem quiser ainda conhecer a exposição, basta ir na Sede Histórica do MAE em Paranaguá, que fica aberta de terça a domingo (inclusive feriados) das 8h às 20h.

 

Serviço:
Exposição “Corpos & Objetos na Amazônia”
Data: De 22 de maio de 2015 a 2 de outubro de 2016
Local: Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR
Endereço: Rua XV de Novembro, 575, Paranaguá - PR
Mais Informações: (41) 3313-2042 (Curitiba) / (41) 3721-1200 (Paranaguá)

 

Informações para a Imprensa:

Quem entrevistar:

Profª Drª Laura Perez Gil - Curadora e da Exposição e Vice-Diretora do MAE - Marcar entrevista pelo e-mail: lauranawa@gmail.com ou agendar com a Secretaria do MAE, pelos telefones (41) 3313-2042 / (41) 3313-2045, de Segunda à Sexta (exceto Feriados) das 9h às 17h.

Drª Márcia Cristina Rosatto - Diretora do MAE - Marcar entrevista com a Secretaria do MAE, pelo e-mail maert@ufpr.br ou pelos telefones (41) 3313-2042 / (41) 3313-2045, de Segunda à Sexta (exceto Feriados) das 9h às 17h.

Últimos dias para visitar Exposição "Kãchi Katukina" no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR

Exposição, instalada na Sede Histórica do Museu em Paranaguá, foi prorrogada até 24 de abril

 

Crédito: Douglas Fróis/Acervo MAE-UFPR

Quem ainda não foi conferir, ainda está em tempo. A exposição “Kãchi Katukina” permanece no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE-UFPR) até 24 de abril de 2016, quando completa um ano de exibição. Trata-se da mostra de uma tradição realizada pelos índios Katukina, localizados no Acre. Na exposição, o MAE traz ao público um jogo feito com barbante, em que os fios trançados assumem diversas formas e a cada uma delas correspondem significados únicos.

 

De acordo com a curadora da exposição, a professora Drª Edilene Coffaci de Lima (do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Paraná), “O ‘Kãchi’ é como os Katukina nomeiam o jogo de barbante – mais conhecido, em português, como ‘cama-de-gato’ – que resulta em formas diversas, boa parte delas com motivos que fazem referência às anatomias animal e vegetal.”

 

A exposição, que foi inaugurada em 24 de abril de 2015, já contou com quase 27 mil visitantes e é fruto da pesquisa e convivência da curadora da exposição com os Katukina, de suas habilidades para conhecê-los e adentrar a particularidade de suas vidas. A partir dessa pesquisa, os profissionais do MAE-UFPR de Antropologia, Museologia, Fotografia, Produção Cultural, e os alunos de Design, Artes Visuais e História mantiveram um diálogo especial com os Katukinas Wisi (Fábio Silva) e Mame (Nivaldo Rodrigues) para compreender os sentidos dos Kãchi entre os Katukina, e, a partir disto, organizar as obras e os painéis que integram a exposição, em uma curadoria compartilhada.

 

Para quem quiser ainda conhecer a exposição, basta ir na Sede Histórica do MAE em Paranaguá, que fica aberta de terça a domingo (inclusive feriados) das 8h às 20h.


Serviço:
Exposição “Kãchi Katukina”
Data: De 24 de abril de 2015 a 24 de abril de 2016.
Local: Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR
Endereço: Rua XV de Novembro, 575, Paranaguá - PR
Mais Informações: (41) 3313-2042 (Curitiba) / (41) 3721-1200 (Paranaguá)

 

Informações para a Imprensa:

Quem entrevistar:

Profª Drª Edilene Coffaci de Lima - Curadora e Pesquisadora da Exposição - Marcar entrevista pelo e-mail: edilene@ufpr.br ou pelo telefone (41) 8433-8787

Drª Márcia Cristina Rosatto - Diretora do MAE - Marcar entrevista com a Secretaria do MAE, pelo e-mail maert@ufpr.br ou pelos telefones (41) 3313-2042 / (41) 3313-2045, de Segunda à Sexta (exceto Feriados) das 9h às 17h.

Aberta no MAE-UFPR exposição "Comunidade Quilombola Lagoinha de Cima"

Mostra fotográfica realizada por pesquisadores da UFMT retrata comunidade quilombola da Chapada dos Guimarães


"Ruínas do Monjolo – João Fidélis" Foto: Juliana Segóvia/UFMT

 

A exposição fotográfica "Comunidade Quilombola Lagoinha de Cima - Lugar de Memória e Território Tradicional Quilombola" está aberta para visitação na Sede Histórica do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE-UFPR) até 28 de fevereiro de 2016. O Museu fica aberto de terça a domingo (inclusive feriados) das 8h às 20h.

Inaugurada no dia 27 de novembro como parte da Programação Especial do Mês da Consciência Negra no MAE-UFPR, a mostra foi realizada pelo NAPas – Núcleo de Pesquisa em Antropologia Social Artes, Performances e Simbolismos da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), e é fruto de um projeto de extensão universitária intitulado "Patrimônio Cultural e Saberes Tradicionais Quilombolas de Chapada dos Guimarães". Realizado em conjunto com a Associação Quilombola Negra Rural de Lagoinha de Cima do município de Chapada dos Guimarães no Mato Grosso, ela conta histórias e experiências vividas "cheias de afeto, densidade e protagonismo como sujeitos de direito, trabalhadores e trabalhadoras da terra que buscam alcançar os direitos mais básicos para viver", de acordo com a profª Dra. Sônia Lourenço, do Departamento de Antropologia UFMT, coordenadora e pesquisadora do projeto.

 

A exposição tem entre seus objetivos a renovação dos modos de ver e compreender as identidades, a contestação e a diluição da "ideologia do branqueamento e da democracia racial" vigentes no Brasil. "O termo ‘quilombo’ provoca a sociedade brasileira a olhar para si mesma e reconhecer as diferenças que lhe são constitutivas, e as desigualdades sociais produzidas pela negação de outras identidades, assim como, para pautar a cidadania dos afrodescendentes", conclui Lourenço.

 

A coordenadora do projeto conta que o trabalho foi realizado com a preocupação de "produzir conhecimento e formar estudantes comprometidos com a cidadania, a ética e a responsabilidade em contribuir com a Associação Quilombola Negra Rural de Lagoinha de Cima para o reconhecimento de sua história sociocultural e de seu território tradicional". A pesquisa foi desenvolvida com a participação coletiva da comunidade na identificação das referências culturais que constituem seu território tradicional, lugar habitado por seus ancestrais e seus descendentes há mais de 200 anos e teve o apoio do Departamento do Patrimônio Imaterial do IPHAN, do Departamento de Antropologia da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência da UFMT (PROCEV-UFMT) e do PROEXT, através do edital MEC/Sesu 2013.

 

Serviço
Exposição "Comunidade Quilombola Lagoinha de Cima - Lugar de Memória e Território Tradicional Quilombola"
Data: De 27 de novembro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Local: Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR – Sede Histórica
Endereço: Rua XV de Novembro, 575, Paranaguá - PR
Aberto de terça a domingo (inclusive feriados) das 8h às 20h.
Mais Informações: (41) 3313-2042 (Curitiba) / (41) 3721-1200 (Paranaguá) - http://www.napasufmt.com/

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Prof. Dr. Leandro Franklin Gorsdorf

 

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